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Os 6 cafés de Florianópolis que mudaram nossa rotina de trabalho remoto ​

Wi-fi decente, tomada acessível, café de origem. A lista que a gente queria ter encontrado em janeiro.

Os 6 cafés de Florianópolis que mudaram nossa rotina de trabalho remoto

Trabalhar remoto em Floripa parece fácil — até o terceiro dia, quando você descobre que nem todo café tem tomada disponível, que algumas pousadas cortam o wi-fi às 22h e que o "espresso" de quiosque pode ser uma surpresa amarga.

Depois de seis meses morando entre Lagoa, Centro e Campeche, montamos uma lista honesta dos seis cafés que viraram nossa base de operações.

1. Café Cultura (Lagoa da Conceição) ​

O clássico. Wi-fi rápido, mesa grande comunal e um cold brew que segura uma manhã inteira. Pode ficar lotado no fim de semana, mas das 9h às 11h em dia útil, é praticamente um co-working com bolo de cenoura.

2. Bracarense (Centro) ​

Mais tradicional, com menos tomadas, mas com o melhor pão de queijo da ilha. Ideal para reuniões curtas de 1-2 horas.

3. Origens Coffee Lab (Campeche) ​

Quem é fissurado em coado vai amar. Trabalham com grão de origem mapeada e tem um barista que sabe nome de fazenda da Mantiqueira de cor.

4. Box 32 (Mercado Público) ​

Não é exatamente um café — é um café-bar dentro do Mercado. Mas tem mesa, tomada e um cortado bem feito. Funciona até as 18h.

5. Coffee Lab Daniel Brito (Trindade) ​

Próximo da UFSC, lotado de estudantes, mas com pelo menos quatro mesas reservadas para quem leva notebook. Atmosfera de biblioteca-com-cheiro-de-grão.

6. Casa Aberta (Itacorubi) ​

O mais escondido. Cardápio menor, mas o espresso tem corpo de cinema. Vai cedo: ele fecha às 14h.

Critério principal: tomada acessível ao lado da mesa. Café bom sem energia não dura uma standup matinal.

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